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Noruega? O país parecia distante demais para os fãs da música em meados dos anos 80, quando o planeta se rendia ao som contagioso e cheio de swing de Thriller, assinado pelo Rei do Pop, Michael Jackson. Verdade seja dita: as belas vozes (suecas) do Abba - é verdade - já não inspiravam tanto o público jovem como na década anterior. Mas, como é comum na história da música popular, algo diferente sempre acontece para balançar as estruturas. Foi assim que trio formado pelos amigos noruegueses Pal Waaktar, Magnus Furuholmen e Morten Harket entrou em cena em 1985, com o disco de estréia Hunting High And Low. O álbum não só apresentaria ao mundo três dos maiores hits da banda, como a faixa-título, "The Sun Always Shine On TV" e "Take On Me" como abriria o caminho para outros expoentes nórdicos liderados pelo Roxette (Suécia) e anos mais tarde, os alternativos Björk e Sigur Rós (Islândia).

Após o impacto dos anos 80, a volta do A-Ha às paradas foi marcada pelo álbum Minor Earth, Major Sky em 2000, que chegou a vender aproximadamente 3 milhões de cópias em todo o planeta.

Discografia

Anos 80

Depois de batalhar muito por um espaço na cena musical norueguesa, o A-Ha decidiu tentar a sorte em Londres em 1982. Já na capital inglesa, o grupo contou com o trio de produtores Tony Mansfield, John Ratcliff e Alan Tarney para decolar com Hunting High And Low (85) - álbum que traria "Take On Me" como líder das paradas nos Estados Unidos. Um clipe promocional para a canção também seria premiado mundialmente. No total, 10 milhões de cópias do disco foram vendidas em todo mundo. No ano seguinte, o LP Scoundrel Days não causaria tanto impacto quando seu antecessor, mas não deixaria de apresentar os hits "I've Been Losing You" e "Cry Wolf". Em 1988, mais um triunfo do grupo com Stay On The Roads, um disco que se destacaria ainda pelo tema do filme do agente 007 "Living Daylights" (007 - Marcado para morte no Brasil).

Anos 90

East of The Sun, West of The Moon (1990) abriu a década para os noruegueses, com destaque para "Crying In The Rain" - cover dos Everly Brothers de 1963 que fez a cabeça do público da América do Sul - principalmente o brasileiro. Como reflexo da popularidade alcançada com o hit, o A-Ha atrairia uma multidão em fãs para a segunda edição do Rock In Rio II, em 1991. Antes de lançar seu último álbum de inéditas da década, entretanto, a banda compilaria seus maiores hits na coletânea Headlines and Dealines, que chegou às lojas de todo mundo naquele mesmo ano. Assim, Memorial Beach (93) entraria para a história como a despedida do grupo dos anos 90 - naquele momento, dominado por bandas como Pearl Jam, Nirvana, Metallica e U2.

Anos 00

Após um hiato de sete anos, o A-Ha provou que ainda tinha muito a mostrar ao mundo. Inspirado pelo show de abertura do Prêmio Nobel, em 1998, o grupo norueguês se revitalizou para voltar ao estúdio e gravar um trabalho com canções inéditas. O resultado do revival apareceria somente em 2000, com Minor Earth, Major Sky, que vendeu aproximadamente 3 milhões de cópias em todo o mundo e motivou à banda a gravar o sucessor Lifelines, lançado em 2002. Depois, foi a vez de “Analogue”, que chegou às lojas em novembro de 2005, sucedido por “Foot of the Mountain”, “Hunting High and Low” (Deluxe Edition), “Scoundrel Days” (Deluxe Edition) e “25”, lançado em 2010.

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NOTICIAS E ATUALIDADES

Cientistas descobrem indícios de jatos de água em lua de Júpiter

  • 26 setembro 2016
A lua EuropaImage copyrightNASA
Image captionO satélite de Júpiter é um dos principais alvos dos cientistas na busca por vida extraterrestre no Sistema Solar

Cientistas encontraram mais indícios de que a lua gelada de Júpiter, Europa, lança jatos de água no espaço.

Pesquisadores observaram o fenômeno pela primeira vez em 2013, usando o telescópio Hubble, mas conseguiram uma segunda visualização agora.

A descoberta é significativa porque Europa, com um enorme oceano de água em estado líquido sob sua superfície, é um dos locais mais prováveis para se encontrar vida microbial fora da Terra.

Uma maneira eficiente de testar essa possibilidade, dizem os cientistas, seria enviar uma aeronave com instrumentos de análise pelo meio dos jatos de água.

Seria possível tentar capturar uma amostra do material lançado e trazê-la de volta para a Terra para um teste biológico mais detalhada.

A outra alternativa - tentar aterrissar em Europa e perfurar possivelmente dezenas de quilômetros de gelo para examinar a água - seria muito difícil.

O telescópio Hubble identificou os jatos de água recentemente ao estudar o satélite quando passava em frente a Júpiter.

Na ocasião, examinou comprimentos de onda ultravioleta para ver se a luz do planeta gigante estava, de alguma forma, sendo absorvida por material emanando da superfície da lua.

O Hubble examinou a mesma cena dez vezes e, em três destas ocasiões, viu o que pareciam ser "dedos escuros" estendendo-se para fora de Europa.

Representação de jatos d'água em EuropaImage copyrightNASA/ESA/W. SPARKS (STSCI)/USGS
Image captionIustração da Nasa mostra os supostos jatos de água em erupção; cientistas ainda não sabem por que eles acontecem

Cautela

O astrônomo que lidera o estudo, William Sparks, diz que não conhece outro fenômeno natural que possa produzir tais imagens a não ser jatos de água.

"Não sabemos de nenhum artefato que possa causar essas características, elas são significativas estatisticamente. Mas continuamos cautelosos, porque estamos trabalhando com comprimentos de onda difíceis para o Hubble", disse Sparks à imprensa.

"Não podemos afirmar ter provado a existência dos jatos, mas, sim, ter encontrado provas de que essa atividade pode existir."

No entanto, a localização dos supostos jatos é bastante semelhante à região onde o Hubble detectou um excesso de oxigênio e de hidrogênio - os componentes da água - no início da década.

Segundo a cientista sênior de projetos do Hubble, Jennifer Wiseman, isso torna o caso mais intrigante.

"Aquela observação usou espectroscopia, então realmente foi possível discernir evidências de moléculas de água dissociadas", afirmou.

"Agora, a equipe de Sparks descobriu evidências visuais de jatos. São abordagens diferentes que se complementam e parecem ser provas independentes da existência jatos de água ativos em Europa."

Os cientistas acreditam que os jatos chegam a alcançar centenas de quilômetros de altura antes de caírem de volta. O cálculo, baseado na observação feita pelo Hubble em 2013, estimou que um volume de água equivalente a uma piscina olímpica estaria sendo atirado no espaço a cada oito minutos.

Mas está claro que qualquer atividade é esporádica, e os pesquisadores ainda precisam entender por que isso acontece.

Superfície de EuropaImage copyrightNASA
Image captionPadrões intrincados podem ser vistos na superfície da lua gelada

Planos

Jatos de água já foram vistos de perto em Enceladus, uma lua gelada de Saturno - emanam de uma série de fissuras no polo sul do satélite.

A espaçonave Cassini, atualmente na órbita de Saturno, chegou a atravessar as emissões para "provar" um pouco de sua composição química. Mas os instrumentos da sonda não eram capazes de detectar a presença ou a atividade de micróbios - isso requereria uma missão dedicada a essa tarefa.

A Nasa, agência espacial americana, acaba de enviar um satélite chamado Juno para Júpiter, mas este também não tem equipamentos capazes de detectar vida. De qualquer forma, ele não deve passar perto de Europa durante sua missão.

No entanto, tanto a Nasa quanto a ESA, a agência espacial europeia, planejam missões futuras que sobrevoarão Europa repetidamente. Os indícios de que o satélite teria jatos de água certamente serão consideradas nestes planos.

PARCEIROS